Deixo aqui uma questão para pensarmos, sobre a tal da mobilidade dos idosos nas grandes cidades. Estou viajando para a Alemanha, onde todas as cidades têm calçadas lisinhas, fáceis de se caminhar e boas igualmente para quem usa cadeira de rodas, skates, carrinhos de bebês e outros meios de transporte. Aqui no Rio é uma armadilha atrás da outra, com as lindas e mal conservadas pedras portuguesas e buracos, muitos buracos: um chão irregular, que pode causar muitos acidentes aos incautos pedestres de qualquer idade.
Eu penso nisso desde já, pois, daqui a não tantos anos assim, seremos eu e meus companheiros de geração a enfrentar esses perigos, quando a velhice finalmente nos chegar. Por enquanto, os inevitáveis tombos acontecem, mas ainda dá pra 'cair bem', como cai um capoeira que é bom. E vamos driblando as calçadas cariocas!
Bom dia Joyce! Boa estada na Alemanha e parabéns pela disposição de enfrentar todo aquele frio.Quanto a acessibilidade das vias públicas tanto para idosos quanto para cadeirantes e afins,infelizmente o Brasil ainda não pensa uma arquitetura que leve em conta as diferenças.Quando se fala de cidade grande,a situação é ruim mas aqui e ali,temos uma ou outra iniciativa,até porque em cidades maiores a visibilidade e capacidade de articulação também são maiores mas quando chegamos em cidades pequenas,no interior do país ,o cenário é caótico,nem as cidades turísticas parecem ter a inclusão como uma de suas prioridades. Pensando bem,este assunto,inclusão,dá um bate-papo um bocado quente,não só no que diz respeito ao direito de ir e vir com segurança mas também,por exemplo,no quesito educação. A inclusão nas escolas é um saco de gatos mas isso é outra história.Boa viagem,aproveite bastante e feliz natal.Abraços,Anna Kaum.
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