Na mesma semana, já de volta, aconteceu de almoçarmos num desses restaurantes a quilo aqui no Rio, cheio de idosos e idosas da mesma faixa etária dos nossos amigos paulistas. Quanta diferença! Quanta alegria de viver nas senhorinhas risonhas de Copacabana, quanta malícia nos velhinhos assanhadíssimos ("o velho na porta da Colombo/ é um assombro/ sassaricando..." - como na marchinha da nossa infância), quanta graça em todos eles.
O que haverá no Rio de Janeiro que o torna tão melhor em qualidade de vida para os idosos? Será a praia, o calçadão, a água do mar? Mas que dizer do pessoal das Velhas Guardas das escolas de samba, todos moradores do subúrbio, e tão cheios de energia? Se alguém puder explicar este mistério, me conte.
Bom dia Joyce!O Rio não é uma cidade,é um estado de espírito,um sentimento de alegria que sobrevive,que se reinventa à cada tombo,é um estar sempre disponivel para a próxima esquina.O Rio é um não sei o que que já nasce com a gente,é a cadência do samba,o tamborim,o cavaco,a pelada de domingo,a bola de meia,a saideira,é Ipanema e Madureira.O Rio é amor de novela,tem sempre um final feliz e ser feliz é sempre o melhor remédio,e aí o Carioca,seja da zona sul,seja da zona norte,segue inteiro e forte,¨abençoado por Deus e bonito por natureza¨.Abraços mil,Anna Kaum.
ResponderExcluirJoyce, tenho 57 (tb não sou plastificada nem perua), moro em Brasília e sempre que vou ao Rio gosto de ficar em Copacabana. Sabe que adoro observar esses mais idosos com tanta vitalidade? Até já pensei em qdo ficar mais velha morar lá também. Acho todos eles tão bonitos.
ResponderExcluirAh, parabéns pelo blog. Estou sempre visitando. Bjs.